Quanto lhe custa estar vivo?
Algo que me interessa profundamente é a questão quanto nos custa estar vivos.
E porquê?
Porque é isso que vai definir tudo.
Como eficientemente podemos gerir o nosso ecossistema.
Temos sempre um gasto que não podemos escapar: a gravidade, a respiração e a alimentação.
E este equilíbrio varia com a idade, com as estações do ano, varia a cada dia e a cada momento.
Quando comecei a referir que a prática do Chi Kung é uma prática que nos ajuda a ultrapassar tempos mais desafiantes, houve quem entendesse que o Chi Kung, a alimentação ou os hábitos saudáveis nos preparam para as desgraças da vida.
Parece, não é?
Mas não, preparam-nos para a diversidade natural da vida.
A vida acontece, constantemente.
E se nos adaptamos melhor ou com mais desafio, significa que estamos com mais ou menos custos na nossa vida.
Mais custos significa não ter energia para investir no desconhecido, no imprevisto, mais uma vez na diversidade.
Menos custos significa ter um excedente, e um excedente significa mais receptividade e disponibilidade para a Vida.
Não só aquilo que nos nutre, mas também aquilo que nos desafia.
Por isso, desde o ano passado tenho implementado os programas de transição sazonal, que criam um terreno de preparação e planeamento no período mais importante do ano.
A estação Terra, uma estação quase invisível que surge entre cada uma das estações, nos primeiros 21 dias de cada estação.
Aqui é criada não só a visão para o futuro, mas também uma visão clínica sobre o que passou, o que nos nutriu, para que possamos planear a estação que se aproxima.
Para que cada um possa honestamente e verdadeiramente responder à questão:
Quanto lhe custa estar vivo?
Boas práticas
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